terça-feira, 25 de setembro de 2012


Russomanno diz que ataques são 'ridículos' e afirma ter experiência 
24 de setembro de 2012  15h04  atualizado às 17h06

Celso Russomanno (PRB) percorreu de ônibus nesta segunda-feira o trajeto do Terminal São Mateus, na zona leste, até o Jabaquara, na zona sul. Foto: Daniel Fernandes/Terra
Celso Russomanno (PRB) percorreu de ônibus nesta segunda-feira o trajeto do Terminal São Mateus, na zona leste, até o Jabaquara, na zona sul
Foto: Daniel Fernandes/Terra
DANIEL FERNANDES
Direto de São Paulo
O candidato do PRB à prefeitura de São PauloCelso Russomanno, afirmou nesta segunda-feira que é "mais experiente" que todos os outros concorrentes ao executivo da capital paulista somados. Russomanno reagiu às críticas que vem sofrendo de seus adversários, como Gabriel Chalita(PMDB), Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB), e classificou como "ridícula" a comparação de sua candidatura com nomes como o ex-presidente Fernando Collor e o prefeito de São Paulo entre 1996 e 2000, Celso Pitta.
"É desespero. Quando (eles) não têm mais o que falar, começa a entrar em desespero", afirmou o candidato, que aparece em primeiro nas pesquisas de intenção de votos. Russomanno ainda apresentou parte de seu currículo político para afirmar que possui "mais idade e mais experiência" que seus adversários.
"Eu tenho muito mais experiência que eles. Soma todos os outros (candidatos) eu tenho mais experiência (sic)", declarou.
Russomanno afirmou que sua história prova sua competência e que o afasta de comparações a políticos considerados populista, como Collor e Pitta. "Todas as eleições eu me elegi sozinho", disse, negando que tenha padrinhos políticos.
O candidato do PRB rebateu as críticas feitas por seus adversários de que estaria "empurrando com a barriga", como classificou Haddad, a entrega de seu plano de governo, que ainda não foi apresentado. Russomanno afirmou que seu plano já está pronto e "encadernado".
Russomanno ainda não entregou seu plano de governo, mas declarou na última semana que irá apresentar definitivamente um documento com suas propostas registradas até o fim de setembro, que termina esta semana.
O líder na disputa pela prefeitura de São Paulo realizou no fim da manhã e início da tarde desta segunda-feira um passeio em um trólebus elétrico. O candidato prometeu implementar o modelo em toda a frota de ônibus da capital, mas não estipulou um prazo, por julgar ainda ser necessário estudar a viabilização da proposta.
Russomanno afirmou que pretende reativar as rotas de trólebus desativadas em outras gestões e que se reunirá com os prefeitos eleitos da região metropolitana
O ônibus fez o trajeto do Terminal Metropolitano de São Mateus, na zona leste, até o Terminal Jabaquara, na zona sul, passando por cidades do Grande ABCD, como Santo André e Diadema. A viagem, feita apenas com jornalistas e pessoas ligadas à sua campanha, não parou em nenhum dos pontos ao longo do percurso, que foi feito em aproximadamente uma hora e vinte minutos.
Antes de partir do Terminal de São Mateus, o candidato foi assediado por cidadãos, que o pararam para conversar e tirar fotos, e também hostilizado por outros, que reclamaram do tumulto formado no trânsito na chegada de Russomanno e também pelo seu vínculo com a Igreja Universal do Reino de Deus.
Ao fim da viagem - que serviu, segundo Russomanno, para apresentar o que ele pretende estabelecer como padrão mínimo para o transporte na cidade -, o candidato brincou com a imprensa. "Gostaram?", perguntou sobre o veículo, já em uso na atual gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD) e de responsabilidade da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), de responsabilidade do governo do Estado.
Russomanno afirmou que implementará a identificação biométrica nesses veículos, para auxiliar na produção de um perfil dos usuários, para melhor gerenciamento do sistema.
Tarifa proporcional
Russomanno rebateu as críticas feitas em um vídeo da campanha de Haddad, que cita diretamente seu nome, e afirma que sua proposta de cobrar uma tarifa proporcional para os usuários de ônibus beneficia os moradores que habitam a região central. De acordo com o petista, a medida prejudica os moradores das extremidades da cidade e de regiões como a zona leste.
O candidato afirmou que a tarifa é normal, e usada em todo o mundo. Segundo ele, a viagem mais cara custará R$3, o mesmo valor cobrado hoje, e que pessoas com deslocamentos menores poderão economizar com a medida.
Questionado sobre questões relacionadas à sua ligação com a Igreja Universal do Reino de Deus e também com a TV Record, Russomanno repetiu a pergunta "vamos discutir São Paulo", que tem usado ao longo da campanha. O candidato ainda afirmou que te

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