Polícia intercepta ônibus fretado e prende dois
traficantes no RJ
O serviço de inteligência da polícia recebeu a informação
de que os traficantes da Favela Parque Alegria, na Zona
Portuária, haviam fretado o ônibus para ir a um sítio em
Itaguaí, na Baixada Fluminense.
O ônibus de turismo saiu da altura do Cemitério do Caju lotado e seguia para uma festa de aniversário na Zona Norte. Dentro dele, mulheres, crianças, e chefes do tráfico de drogas do Rio. O serviço de inteligência da polícia recebeu a informação de que os traficantes da Favela Parque Alegria, na Zona Portuária, haviam fretado o ônibus para ir a um sítio em Itaguaí, na Baixada Fluminense.
Segundo a polícia, dois carros com homens armados faziam a escolta, e fugiram quando o ônibus foi interceptado. “Nós estávamos seguindo o ônibus durante todo o trajeto, ao longo de toda a Avenida Brasil. O trânsito foi interditado para que, se tivesse uma eventual troca de tiros, a população não ficasse a mercê disso”, explica o tenente Rodrigo Castro, policial do Batalhão de Choque.
Na delegacia, dois traficantes foram identificados. Um deles é o chefe do tráfico do Parque Alegria, Paulo Castilho Correia Filho, de 22 anos, conhecido como Playboy.
O outro é Renan Magalhães de Lima, de 28 anos. Segundo as investigações, ele participou de uma troca de tiros no Morro da Coroa, em Santa Teresa, no sábado à tarde. O bandido foi reconhecido por um soldado da Unidade de Polícia Pacificadora da favela, baleado durante o confronto.
Na noite do sábado, mais um tiroteio. Dessa vez, o sargento do Batalhão de Choque Paulo Cesar Lima Junior foi baleado na virilha e morreu.
A Unidade de Policia Pacificadora do Morro da Coroa foi inaugurada há um ano e meio. O sargento foi o segundo policial morto em menos de uma semana em áreas pacificadas no Rio de Janeiro. E o quarto desde que as UPPs começaram a ser instaladas.
A última morte foi na Rocinha. O soldado Diego Henriques, de 25 anos, foi atingido por um tiro no rosto. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Rio informou que a resistência de traficantes em áreas já ocupadas faz parte do processo de
fonte g1
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