segunda-feira, 17 de setembro de 2012


Polícia intercepta ônibus fretado e prende dois 

traficantes no RJ

O serviço de inteligência da polícia recebeu a informação 

de que os traficantes da Favela Parque Alegria, na Zona 

Portuária, haviam fretado o ônibus para ir a um sítio em 

Itaguaí, na Baixada Fluminense.


No Rio, um ônibus fretado por bandidos foi interceptado pela polícia na Avenida Brasil, uma das vias mais movimentadas da cidade. Ao todo, 30 pessoas foram parar na delegacia.
O ônibus de turismo saiu da altura do Cemitério do Caju lotado e seguia para uma festa de aniversário na Zona Norte. Dentro dele, mulheres, crianças, e chefes do tráfico de drogas do Rio. O serviço de inteligência da polícia recebeu a informação de que os traficantes da Favela Parque Alegria, na Zona Portuária, haviam fretado o ônibus para ir a um sítio em Itaguaí, na Baixada Fluminense.
Segundo a polícia, dois carros com homens armados faziam a escolta, e fugiram quando o ônibus foi interceptado. “Nós estávamos seguindo o ônibus durante todo o trajeto, ao longo de toda a Avenida Brasil. O trânsito foi interditado para que, se tivesse uma eventual troca de tiros, a população não ficasse a mercê disso”, explica o tenente Rodrigo Castro, policial do Batalhão de Choque.
Na delegacia, dois traficantes foram identificados. Um deles é o chefe do tráfico do Parque Alegria, Paulo Castilho Correia Filho, de 22 anos, conhecido como Playboy.
O outro é Renan Magalhães de Lima, de 28 anos. Segundo as investigações, ele participou de uma troca de tiros no Morro da Coroa, em Santa Teresa, no sábado à tarde. O bandido foi reconhecido por um soldado da Unidade de Polícia Pacificadora da favela, baleado durante o confronto.
Na noite do sábado, mais um tiroteio. Dessa vez, o sargento do Batalhão de Choque Paulo Cesar Lima Junior foi baleado na virilha e morreu.
A Unidade de Policia Pacificadora do Morro da Coroa foi inaugurada há um ano e meio. O sargento foi o segundo policial morto em menos de uma semana em áreas pacificadas no Rio de Janeiro. E o quarto desde que as UPPs começaram a ser instaladas.
A última morte foi na Rocinha. O soldado Diego Henriques, de 25 anos, foi atingido por um tiro no rosto. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Rio informou que a resistência de traficantes em áreas já ocupadas faz parte do processo de
fonte g1

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