Justiça expede 26 mandados de prisão contra detidos em ônibus
Além do terceiro-sargento, um soldado foi atingido na Rocinha durante patrulhamento quinta-feira à noite; um caveira do Bope foi morto ao reagir a um assalto na sexta-feira; e um PM foi assassinado em São João de Meriti, após receber homenagem no 21º BPM (São João de Meriti).
Foto: Paulo Araújo / Agência O Dia
O ônibus com suspeito foi interceptado na Avenida Brasil, na altura de Vila Kennedy.
O ônibus foi parado após denúncia. Policiais do Choque acompanharam o trajeto do veículo desde o Caju e o interceptaram na altura de Vila Kennedy. Segundo o tenente do Choque Rodrigo de Castro, que comandou a ação, dois carros com homens armados faziam escolta do ônibus. “Estavam com fuzis e pistola e faziam questão de ostentar as armas. Sabíamos que tinha traficante, mas não que seria um dos que atiraram no policial da UPP”, relatou Castro. Segundo o tenente, quando os policiais abordaram o ônibus, os carros fugiram na contramão.
Reforço em Santa Teresa após tiroteio que feriu PMs
Baleado na tarde de sábado, no Morro da Coroa, numa troca de tiros entre traticantes e policiais do Morro da Coroa, o terceiro-sargento Paulo César de Lima Junior, morreu ontem. O enterro está marcado hoje, ao meio-dia, no Cemitério Parque Niterói, em Vista Alegre, São Gonçalo.
Baleado na tarde de sábado, no Morro da Coroa, numa troca de tiros entre traticantes e policiais do Morro da Coroa, o terceiro-sargento Paulo César de Lima Junior, morreu ontem. O enterro está marcado hoje, ao meio-dia, no Cemitério Parque Niterói, em Vista Alegre, São Gonçalo.
Segundo a PM, o policial foi baleado na virilha e levado para o Hospital Central da Polícia Militar. Ele era casado e tinha um filho. O outro PM, identificado como soldado Gonçalves, levou tiro no tornozelo.
A Coordenadoria de Polícia Pacificadora informou que policiais militares do Batalhão de Choque e soldados de diversas UPPs da cidade reforçaram ontem o efetivo no Morro da Coroa. O aumento de pessoal foi para tentar encontrar os responsáveis pela morte do sargento.
O ônibus de excursão estava repleto de crianças e adolescentes. Segundo a investigação do Batalhão de Choque, o passeio seria para comemorar o aniversário de uma mulher da comunidade. Na porta da delegacia, a mulher, que não se identificou, chorava e criticava a demora da polícia. “O ônibus tem criança com fome e a polícia não libera ninguém. Já são mais de sete horas esperando”, reclamou, referindo-se à demora para averiguação. Após levantar a ficha de todos os passageiros, o delegado plantonista na 34º DP, Carlos Cesar Santos, ouviu depoimento de cada um. Um inquérito será instaurado e todos podem responder por associação ao tráfico.
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